Fantasia: depois de ajudar a imperatriz a subir ao trono, sou preso logo no início

Fantasia: depois de ajudar a imperatriz a subir ao trono, sou preso logo no início

Autor: Meu emplastro de pele de cachorro.

Qin Tian, ainda jovem, carrega uma pedra de talismã misteriosa, mas foi brutalmente traído pela imperatriz; mesmo assim, renasceu quando já se voltava para a morte. Cultive as artes marciais, forje talismãs espirituais, subverta céu e terra, rasgue o firmamento! Vingança com sangue ardente: eu sou o único soberano!

Fantasia: depois de ajudar a imperatriz a subir ao trono, sou preso logo no início

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Capítulo Um: Dez anos de batalhas e agora, veste de prisioneiro!

Reino de Ling, décimo oitavo nível da Prisão Celestial.

Uma jovem de beleza estonteante, trajando um manto imperial adornado com fênix, pele alva como porcelana e traços delicados, caminhava lentamente pelo corredor escuro do décimo oitavo nível da prisão. Mesmo com a expressão impassível, despertava nos outros uma compaixão instintiva, tal qual uma flor rara cultivada em estufa, prestes a desabrochar.

Nas laterais do corredor, a única luz vinha de chamas vacilantes de algumas velas. Logo atrás da mulher, um velho e alquebrado eunuco a seguia em silêncio. Juntos, avançaram rumo ao final do corredor sombrio.

Em pouco tempo, os dois pararam diante de uma pesada porta de cela. Seus olhares se voltaram para o interior escuro, onde um homem estava pregado a uma cruz. Desviando o olhar, a jovem concentrou sua energia espiritual e abriu lentamente a porta da cela.

Aproximou-se do homem, fitando-o com olhos frios. Aquele que outrora lhe dera conselhos, pacificara o caos do mundo e dedicara sua vida por ela, agora não tinha diante dela qualquer resquício de piedade, apenas indiferença.

— Qin Tian, sabes de que crime és culpado?

A voz gélida da Imperatriz ecoou nos ouvidos do homem. Qin Tian, fixado à cruz, abriu lentamente os olhos. Seu corpo estava exaurido, o rosto sem cor, e o peito coberto de feridas, das quais ainda escorria sangue escuro. Partes de carne haviam sido arrancadas de seu peito e coxas, tornando a cena ainda mais macabra.

— Que crime cometi eu? — murmurou ele, um sorriso amargo desenhando-se nos lábios pálidos. — Dez ano

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